Vamos ver modos gregos:
Faremos escalas com a nota Mi!
Jônico:
-----------------------------
----------------2—4—5—------- etc...
-------1--2—4----------------
-2—4------------------------- Segue a regra de: tom, tom, semitom, tom, tom, tom e semitom.
----------------------------- Escala: E F# G# A B C# D# E.
-----------------------------
Dórico:
-------------------------------
------------------2—3—5-------- etc
-------0—2—4-------------------
-2—4--------------------------- Segue a regra de: tom, semitom, tom, tom, tom, semitom e tom.
------------------------------- Escala: E F# G A B C# D E.
-------------------------------
Frígio:
-------------------------------
---------------------3—5-------
-----------2--4—5--------------
-2—3—5------------------------- Segue a regra de: semitom, tom, tom, tom, semitom, tom e tom.
------------------------------- Escala: E F G A B C D E.
-------------------------------
Lídio:
-------------------------------
------------------2—4—5--------
-------1—3—4-------------------
-2—4--------------------------- Segue a regra de: tom, tom, tom, semitom, tom, tom e semitom.
------------------------------- Escala: E F# G# A# B C# D# E.
-------------------------------
Mixolídio:
-------------------------------
------------------2—3—5--------
-------1—2—4-------------------
-2—4--------------------------- Segue a regra de: tom, tom, semitom, tom, tom, semitom e tom.
------------------------------- Escala: E F# G# A B C# D E.
-------------------------------
Eólico:
-------------------------------
-----------------------3—5-----
------------2—4—5--------------
-2—4—5------------------------- Segue a regra de: tom, semitom, tom, tom, semitom, tom e tom.
------------------------------- Escala: E F# G A B C D E.
-------------------------------
Lócrio:
-------------------------------
-----------------1—3—5---------
-------0—2—3-------------------
-2—3--------------------------- Segue a regra de: semitom, tom, tom, semitom, tom, tom e tom.
------------------------------- Escala: E F G A A# C D E.
-------------------------------
Entenderam agora!terça-feira, 4 de setembro de 2012
Modos gregos
*CROMATISMOS
São basicamente exercícios que desenvolvem a digitação, coordenação e agilidade dos dedos da mão esquerda facilitando o estudo de escalas que são usadas na realização de solos. Mas antes de iniciarmos os exercícios de cromagem vamos aprender alguns conceitos e técnicas. Digitação É o posicionamento correto dos dedos da mão esquerda de forma a facilitar a execução de movimentos de subida e descida nas cordas. Dedos da mão esquerda 1 - Indicador 2 - Médio 3 - Anular 4 - Mínimo A digitação será indicada na tablatura dos exercícios. Os dedos devem formar um arco sobre as cordas para evitar encostar nas cordas abaixo causando abafamentos e ruídos. A ponta do dedo deve ser colocada logo atrás ou depois do traste e não sobre o traste, isto evita abafamentos e um trastejamento que ira emitir ruídos indesejados. A Palheta Apartir deste ponto vamos iniciar o estudo usando uma palheta, existem varias técnicas de paletadas. Modo de segurar Segure a palheta entre o polegar e o dedo indicador. A ponta da palheta deve ficar a um ângulo de mais ou menos 90º em relação às cordas. Segura a palheta de modo firme, mas relaxado. Paletadas alternadas Uma técnica muito simples que consiste em variar o sentido das paletadas para cima e para baixo em uma mesma corda. Regra Observe a tablatura: v ^ v ^ v ^ e:|-----------------------------------------------------------| B:|-----------------------------------------------------------| G:|-----------------------------------------------------------| D:|-----------------------------------------------------------| A:|-----------1--2--3-----------------------------------------| E:|--1--2--3--------------------------------------------------| Se começar com a primeira paletada para baixo na casa 1 (corda E) a segunda paletada que vai ser na mesma corda casa 2 deve ser obrigatoriamente para cima, a terceira paletada na mesma corda casa 3 deve ser para baixo. Ao mudarmos de corda podemos dar a primeira paletada para cima ou para baixo, usualmente começamos com a paletada para baixo, obrigatoriamente a segunda será para cima e a terceira para baixo e assim por diante. Na tablatura as paletadas são indicadas através dos sinais: v - Paletada para baixo ^ - Paletada para cima Exercícios de cromagem O exercício é muito simples, deve ser feito com bastante precisão. Ele consta basicamente de dois movimentos. O primeiro de descida descrito logo abaixo. Observe a tablatura: d: 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 p: v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ e:|------------------------------------------1-2-3-4-----| B:|----------------------------------1-2-3-4-------------| G:|--------------------------1-2-3-4---------------------| D:|------------------1-2-3-4-----------------------------| A:|----------1-2-3-4-------------------------------------| E:|--1-2-3-4---------------------------------------------| |----> Sentido descendente d: Indicam os dedos da mão esquerda p: Uso das paletadas alternadas Inicie pressionando a 1º casa corda 6, com o dedo indicador, ataca-se com a primeira paletada depois e a vez de pressionar a 2º casa corda 6 com o dedo médio, continuando o dedo anular pressiona a 3º casa corda 6 e a 4º casa 6 corda e pressionada com o dedo mínimo. Parece simples, porem o dedo indicador, médio e anular devem ser mantidos na sua posição inicial ou seja depois de pressionar as casas e de dar a paletada os dedos permanecem no mesmo lugar. Os dedos só desarmam ao passar para segunda corda e assim por diante. O segundo movimento de subida acompanhe a tablatura: d: 4 3 2 1 4 3 2 1 4 3 2 1 4 3 2 1 4 3 2 1 4 3 2 1 p: v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ e|--4-3-2-1--------------------------------------------- -| B|----------4-3-2-1--------------------------------------| G|------------------4-3-2-1------------------------------| D|--------------------------4-3-2-1----------------------| A|----------------------------------4-3-2-1--------------| E|------------------------------------------4-3-2-1------ | <----| Sentido ascendente d: Indicam os dedos da mão esquerda p: Uso das paletadas alternadas Note que o segundo movimento e o contrário do primeiro. A regras são as mesmas mas por estarmos executando um movimento ascendente os dedos não permanecem nas suas devidas casas. Portanto devemos permanecer com o dedo indicador pressionado a uma corda abaixo. Existem inúmeras variações de exercícios de cromagem onde sua maior função é de alguma forma desenvolver sua agilidade na digitação. Os exercícios de cromagem são bastantes exaustivos devem ser realizados com cuidado e muita repetição. Mas tome cuidado sempre faça pausas ao sentir que o esforço foi exagerado, a repetição de movimentos pode levar ao desenvolvimento de doenças como inflamação nos tendões, LER, etc... Execução dos exercícios Os exercícios são executados com paletadas alternadas. No movimento de descida o dedo indicador, médio e anular devem ser mantidos na sua posição inicial eles só desarmam ao passar para segunda corda e assim por diante. No movimento de subida o dedo indicador deve permanecer na corda anterior. 1º exercício v ^ v ^... e|-------------------------1-3---4-2---------------------- B|---------------------1-3-----------4-2------------------ D|-----------------1-3-------------------4-2-------------- G|-------------1-3---------------------------4-2---------- A|---------1-3-----------------------------------4-2------ E|-----1-3-------------------------------------------4-2-- Dedos 1 3 4 2 e|-------------------------2-4---5-3---------------------- B|---------------------2-4-----------5-3------------------ D|-----------------2-4-------------------5-3-------------- G|-------------2-4---------------------------5-3---------- A|---------2-4-----------------------------------5-3------ E|-----2-4-------------------------------------------5-3-- Dedos 1 3 4 2 2º exercício Semelhante ao primeiro mais usando três dedos. v ^ v ^... e|-------------------------------1-2-3---4-3-2-------------------------- B|-------------------------1-2-3---------------4-3-2-------------------- G|-------------------1-2-3---------------------------4-3-2-------------- D|-------------1-2-3---------------------------------------4-3-2-------- A|-------1-2-3---------------------------------------------------4-3-2-- E|-1-2-3---------------------------------------------------------------- 1 2 3 4 3 2 e|-------------------------------2-3-4---5-4-3-------------------------- B|-------------------------2-3-4---------------5-4-3-------------------- G|-------------------2-3-4---------------------------5-4-3-------------- D|-------------2-3-4---------------------------------------5-4-3-------- A|-------2-3-4---------------------------------------------------5-4-3-- E|-2-3-4---------------------------------------------------------------- 1 2 3 4 3 2 3º exercício Usando os quatro dedos fazendo movimentos de quatro em quatro casas da 6ª corda para 1ª, execute também o movimento de subida voltando da 1º para a 6ª corda. v ^ v ^... e|-------------------------------------------------------------------------- B|-------------------------------------------------------------------------- G|-------------------------------------------------------------------------- D|-------------------------------------------------------------1-2-3-4--etc- A|-------------------------------1-2-3-4--5-6-7-8--9-10-11-12--------------- E|-1-2-3-4--5-6-7-8--9-10-11-12--------------------------------------------- 1 2 3 4 1 3 3 4 1 2 3 4 1 etc... 4º exercício Ajuda a desenvolver saltos de uma corda para outra usando os dedos 1, 2, 3 e 4, a progressão começa na primeira casa e se prolonga as demais. v ^ v ^... e|------------------------------------------------------------------------- B|------------------------------------------------------------------------- G|-----------------------------------------1-2-3-4---------1-2-3-4--------- D|-------------------------1-2-3-4----------------------------------------- A|---------1-2-3-4--------------------------------------------------------- E|-1-2-3-4---------1-2-3-4---------1-2-3-4---------1-2-3-4---------1-2-3-4- e|-----------------1-2-3-4--------------------- B|-1-2-3-4------------------------------------- G|--------------------------------------------- D|--------------------------------------------- A|---------------------------------2-3-4-5----- E|---------1-2-3-4---------2-3-4-5-------------Etc... 5º exercício Exercício conhecido com digitação em formato "X" onde desenvolve sua precisão e facilidade em trocar de cordas. Observe o sentido das paletadas que deve ser escorregada acima ou a baixo quando ocorrer a mudança de corda.v ^ v ^ ^ ^ ^ v ^ v v v v ^ v ^ ^ ^ ^ v ^ v v v v ^ v ^ ^ ^ ^ v ^ v ^ ^ e|------------------------------------------------------------------------- B|------------------------------------------------------------------------- G|-------------3-4-5-6-----------------4-5-6-7-----------------5-6-7-8----- D|-----------4---------5-------------5---------6-------------6---------7--- A|---------5-------------4---------6-------------5---------7-------------6- E|-3-4-5-6-----------------4-5-6-7-----------------5-6-7-8----------------- 1 2 3 4 3 2 1 2 3 4 3 2 1 2 3 ... Os movimentos devem ser praticados até você conseguir adquirir uma boa agilidade com a digitação. Quando começar a praticar estes exercícios você vai sentir uma grande dificuldade de posicionar os dedos, mas com a pratica e o tempo se torna mais fácil. Procure também apertar bem as cordas para que o som das notas saia bem nítido. Os exercícios de cromagem são muito importantes principalmente para aqueles que querem estudar “Guitarra Solo”.
domingo, 2 de setembro de 2012
CAMPOS HARMÔNICOS MENOR
A Escala Menor e o Campo Harmônico Menor
Existem três tipos de escala menor mais conhecidas: a Menor Melódica, a Menor Harmônica e a Menor Natural.
Vamos começar com a Menor Natural porque ela é formada com base na escala diatônica que já conhecemos, modelo Dó Maior natural, sem sustenidos nem bemóis: Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si Dó. A Escala Menor Natural é formada por estas mesmas notas, sem sustenidos nem bemóis, o que muda é apenas a abordagem dela.
O que vai nos dizer que uma escala é maior ou menor é a terça, ou seja a terceira nota da escala.
Sendo assim, a escala acima é maior, pois o intervalo Dó->Mi é uma terça maior.
Se reproduzirmos a escala acima partindo do Lá teremos a seguinte escala: Lá Si Dó Ré Mi Fá Sol Lá. Esta é a escala de Lá menor natural. Esta escala é menor porque a terça Lá->Dó é uma terça menor. Outra característica da menor natural é ter o intervalo de sexta menor: Lá->Fá = sexta menor, e intervalo de sétima menor: Lá->Sol = sétima menor.
Resumindo, a escala menor natural tem terça menor, sexta menor e sétima menor. Para formar escalas menores em outros tons, basta repetir este modelo de escala, com estes graus menores. Então, se você colocar bemóis nos graus 3, 6 e 7 da escala diatônica de Dó Maior, obterá a escala de Dó Menor Natural, assim você terá transformado uma escala maior em menor, abaixando em semitom cada um destes graus.
O CAMPO HARMÔNICO DA ESCALA MENOR
Os tons menores permitem algumas oscilações nos acordes. Para formar a base do nosso campo harmônico menor, usaremos o mesmo modelo de campo harmônico de Dó Maior, da mesma forma que usamos acima a escala diatônica de Dó Maior para obter a escala de Lá Menor Natural. No caso da escala nós não mexemos em nada. A escala Dó Maior origina exatamente e escala Lá Menor, sem mudar nada, apenas começamos a escala de Dó a partir da nota Lá e obtivemos a escala menor de Lá. Ou seja, é a mesma escala abordada de outro ponto. Quando começamos a escala pelo Lá, então o Lá será o grau 1, o Si o grau 2 e assim por diante. Evidente que o desenho da escala vai mudar.
A formação da escala menor natural, partindo do modelo Lá Menor, ficará:
Lá Si Dó Ré Mi Fá Sol Lá\ /\ /\ /\ /\ /\ /\ /T ST T T ST T T
Na verdade é o mesmo modelo T T ST T T T ST só que partindo de outro ponto. Por este motivo não precisaremos abordá-la desta maneira. Nós sabemos que é a mesma escala vista de ângulos diferentes, então basta que memorizemos o seguinte: assim como o Lá Menor é o tom menor natural originado da escala de Dó Maior, os outros tons maiores que já estudamos irão originar também seus tons menores relativos.
Observe o quadro dos tons menores relativos, que estarão sempre no grau 6:
| Tom Maior | Tom Menor Relativo |
|---|---|
| C | Am |
| G | Em |
| D | Bm |
| A | F#m |
| E | C#m |
| B | G#m |
| F | Dm |
| Bb | Gm |
| Eb | Cm |
O campo harmônico do tom menor relativo então seria exatamente igual ao seu tom maior. No caso do Lá Menor, ficaria:
Am Bº C Dm Em F GNo campo acima, vemos que não muda nada. É o mesmo campo de Dó Maior começando do Lá. São os mesmos acordes, na mesma sequencia partindo de outro ponto. O campo menor é o campo maior partindo do grau VI.
Sempre que encontrar uma canção em tom menor, ela irá utilizar o campo harmônico menor. Ocorre que, pelo fato de existirem outras escalas menores, então podemos utilizar oscilações em alguns acordes, transformando-os em acorde Maior. Isto ocorre normalmente com o acorde de dominante, o grau V. Assim, poderemos com segurança transformar o acorde de grau V em acorde maior. Muitas vezes, os compositores usam em determinada passagem de grau V um acorde menor e noutra passagem da mesma musica utilizam no grau V acorde maior, isso só depende da melodia e da cadência que queremos dar à harmonia, sendo muito comum Fontes oscilações
Fonte de pesquisa: violãobásico.net
domingo, 19 de agosto de 2012
Campo Harmônico Maior
Estou disponibilizando aqui uma tabela com o campo harmônico, super fácil de entender.
C | F G | Dm Em Am | B
D | G A | Em F#m Bm | C#
E | A B | F#m G#m C#m | D#
F | Bb C | Gm Am Dm | E
G | C D | Am Bm Em | F#
A | D E | Bm C#m F#m | G#
B | E F# | C#m D#m G#m | Bb
Explicação: As notas vermelhas a esquerda é o tom que a musica vai começar, segue assim então.
Ex: Se a musica for começar em D, depois do D ela vai pro G ou pro A (dependendo da musica), saindo de uma das duas ela vai pro Em ou F#m ou Bm (dependendo da musica, vai pra um dos três, podendo tambem ir pra duas dessas três notas), o C# (que é a sétima de D, nem toda musica vai usar, só algumas vezes), assim voltando para o início, e repetindo até acabar a musica, podendo mudar a ordem (dependendo da musica).
Aconteceu tambem de musicas usarem só a 1ª, 2ª e 3ª.
Ex: Iniciando com tom C ficaria apenas: C F G (Dó, fá, sol).
Milhares de musicas por aí usam apenas essas três primeiras notas.
É sempre bom vou fazer assim...Quando você for cifrar uma musica, você primeiro testa só a sequencia das três primeiras notas (coluna azul), se você ver que falta algo (um vazio na musica, ou as notas não entram, então é porque tem as outras notas (coluna verde)).
Com o tempo você vai pegar o jeito, e nem vai mais precisar olhar nesta tabela, uma boa dica é você aprender essa sequencia, saber que quando a musica começar em A (lá) você poderar ir pra D ou E, isso sem precisar olhar na tabela, pois isso é o primerio passo pra você TIRAR MUSICA DE OUVIDO.
C | F G | Dm Em Am | B
D | G A | Em F#m Bm | C#
E | A B | F#m G#m C#m | D#
F | Bb C | Gm Am Dm | E
G | C D | Am Bm Em | F#
A | D E | Bm C#m F#m | G#
B | E F# | C#m D#m G#m | Bb
Explicação: As notas vermelhas a esquerda é o tom que a musica vai começar, segue assim então.
Ex: Se a musica for começar em D, depois do D ela vai pro G ou pro A (dependendo da musica), saindo de uma das duas ela vai pro Em ou F#m ou Bm (dependendo da musica, vai pra um dos três, podendo tambem ir pra duas dessas três notas), o C# (que é a sétima de D, nem toda musica vai usar, só algumas vezes), assim voltando para o início, e repetindo até acabar a musica, podendo mudar a ordem (dependendo da musica).
Aconteceu tambem de musicas usarem só a 1ª, 2ª e 3ª.
Ex: Iniciando com tom C ficaria apenas: C F G (Dó, fá, sol).
Milhares de musicas por aí usam apenas essas três primeiras notas.
É sempre bom vou fazer assim...Quando você for cifrar uma musica, você primeiro testa só a sequencia das três primeiras notas (coluna azul), se você ver que falta algo (um vazio na musica, ou as notas não entram, então é porque tem as outras notas (coluna verde)).
Com o tempo você vai pegar o jeito, e nem vai mais precisar olhar nesta tabela, uma boa dica é você aprender essa sequencia, saber que quando a musica começar em A (lá) você poderar ir pra D ou E, isso sem precisar olhar na tabela, pois isso é o primerio passo pra você TIRAR MUSICA DE OUVIDO.
Origem do violão
O violão é um instrumento de cordas como a harpa e o alaúde e, como estes, também teve sua origem no Oriente. Quando os mouros, no século VIII, dominaram a Espanha, deixaram lá muitos dos seus hábitos e costumes, que assimilados pelo povo espanhol permaneceram entre eles até os nossos dias atuais. Assim foi com o violão. Tão apreciado foi na Espanha que se tornou o instrumento popular, espalhando-se depois de lá para toda a Europa, com o nome de “guitarra espanhola”, ficando este país conhecido como sua terra de origem.
Antes do violão, era o alaúde o instrumento mais conhecido na Europa e tão grande foi o sucesso do violão ou guitarra espanhola, que o alaúde foi em pouco tempo completamente esquecido. O mesmo tinha o formato de “oito”, com incrustações laterais; um fundo plano; além de quatro pares de cordas tocados com os dedos, o que produzia um som bastante suave. A partir do violão de antigamente, surgiu outro conhecidíssimo instrumento: a guitarra elétrica.
Em razão de sua praticidade, baixo custo e do fato de não precisar de uma conexão elétrica, a guitarra clássica ou violão, como é conhecido no Brasil, é um dos instrumentos mais populares atualmente. Curiosidade: somente no Brasil e em Portugal existe a palavra “violão”. No resto do mundo, as pessoas se referem a este instrumento por “guitarra”. Já a “nossa guitarra”, para eles é “guitarra elétrica”, o que gera confusão em muitas pessoas
domingo, 5 de agosto de 2012
Como memorizar as notas no braço do violão e guitarra
Memorizar as notas no braço do violão e na guitarra são umas das principais dúvidas dos iniciantes. Parece que as notas estão todas bagunçadas e não acabam nunca. Bom, essa pode ser sua primeira conclusão ao olhar para o diagrama abaixo:
Porém, iremos explicar de forma bem simples como memorizar as notas no braço e explicar de fato, como essas notas estão de fato organizadas e como você pode memorizá-las. Ao passo que isso não é essencial para você começar a tocar, mas acredito que memorizar as notas do braço pode ser imprenscidível ter esse conhecimento da posição das notas no braço do instrumento. Isso vai facilitar bastante também na hora de aprender músicas e escalas (tudo vai ocorrer mais rapidamente).
Como memorizar as notas no braço
As notas no braço da guitarra progridem cromaticamente. Em outras palavras, elas aumentam meio tom cada vez. Digamos que você comece tocando um A (Lá), então as notas irão progredir da seguinte forma:
A, A#/Bb, B, C, C#/Db, D, D#/Eb, E, F, F#/Gb, G, G#/Ab, A.
Perceba que não há sustenido e bemol entre B e C, ou E e F (você pode entender melhor por que isso ocorre, procurando outras lições em nosso site). Abaixo detalhamos melhor as notas no braço da guitarra e do violão:
Perceba que as notas repetem após a 12a. casa, o que significa que a nota na 1a casa será a mesma na 13a casa, ou tocar a corda solta será o mesmo que tocar a 12a casa pressionada. Para memorizar as notas no braço, faça o seguinte:
- Comece tocando as notas na primeira corda e vá progredindo lentamente. Enquanto toca as notas, preste atenção no som que elas emitem e veja o diagrama que dispomos no site. Como pode ver, elas seguem uma ordem única, que se aplica à todas as cordas.
- Após tocar todas as notas da primeira corda, avance para a próxima corda. Você irá perceber que as notas no braço do violão e da guitarra se relacionam, e você irá localizar as mesmas notas em várias posições diferentes, em todas as cordas (oitavas). E também irá ver que o padrão é sempre o mesmo. Por exemplo, se você começar na corda E (primeira corda):
E F F# G G# A A# B C C# D D# E –> 13 notas
Agora começando pela corda A (5a corda):
A A# B C C# D D# E F F# G G# A –> 13 notas
- Depois de tocar as notas em todas as cordas, separe um tempo do seu treino para tentar localizar as notas nas cordas. Por exemplo, comece com um C e tente encontrar todos as notas C no braço do instrumento, seguindo a progressão que ensinamos anteriormente.
- Quando estiver bom em localizar as notas, tente tocar as cordas e notas aleatoriamente e dizer seus nomes. Quando você ficar bom nesse exercício, certamente vai te ajudar a memorizar a notas no braço, memorizando todas as notas mesmo!
Pode parecer difícil, mas não é. Você precisa ser persistente e paciente, como quase tudo que deseja aprender! Espero que este artigo sobre como memorizar as notas no braço seja útil para você.
sábado, 7 de julho de 2012
Música de Ouvido!
Parece que todo mundo que se mete a tocar violão tem um amigo ou conhecido que aprendeu a tocar violão de ouvido. Aí você vê o sujeito lá escutar a música pela primeira vez, catar o violão e… cinco minutos depois já está tocando aquela música. Diga a verdade… dá até raiva, é ou não é?
Mas ficar danado da vida por não conseguir fazer a mesma coisa, não adianta nada. O negócio é saber o porque das coisas. Porque alguns parecem ter um “dom especial”, enquanto outros parecem ter nascido pra sofrer? Veja bem… eu estou dizendo “parecem”. Não vá você aí pensar que não tem jeito e jogar o violão na lata de lixo. Pior ainda se for atrás dele…
Enfim, é possível para um simples mortal tocar violão de ouvido? Você e eu podemos simplesmente escutar um música e sair tocando todos os acordes direitinho, sem errar nada e sem consultar o site de cifras? Escutar uma música e identificar imediatamente a tonalidade?
A resposta é… talvez. Sinto muito, você pensou que eu ia dar o “caminho das pedras”, certo? Mas um talvez é melhor do que um não. Você pode não virar um virtuoso desses que tocam qualquer música em segundos, mas pode melhorar bastante o seu desempenho.
Mas já vou avisando: não é da noite para o dia. Você precisa dedicar-se, estudar. Uma das coisas que você não encontra aqui no blog é mágica. Nem milagre. Eu aprendi algumas coisas na vida. Mas tive que dedicar muito tempo a todas elas. Se você quer aprender como tocar violão de ouvido até o final desta semana, está lendo o artigo errado.
Existem algumas coisas que você pode fazer para – pelo menos – não depender totalmente de ler cifras. Vamos a elas:
- Campo harmônico – Você precisa compreender quais acordes podem fazer parte de uma música. No artigo harmonia musical, há uma breve explicação sobre isso. Não é difícil de entender. Harmonia é uma coisa lógica, não aleatória. Se uma música está na tonalidade D (ré maior), não vai ter uma sequencia C, G e F. Consulte o artigo e outras publicações sobre campo harmônico.
- Sequencias de acordes – Chamadas também de progressão de acordes. Sabendo que a música pode ter os acordes do campo harmônico, você precisa também conhecer as progressões de acordes mais usadas. Por exemplo: na tonalidade C (dó maior), temos o campo harmônico: C, Dm, Em, F, G, Am, Bdim. Mas a música provavelmente não vai ter todos estes acordes, nem tampouco neste exata sequencia. Há várias sequencias que podem aparecer, como: C, F, G – C, F, Dm, G – F, G, C – C, Am, F, G. Inscreva-se no boletim acordes e receba apostila sobre sequencias grátis.
- Escute música – Isso é óbvio. Mas você deve ter um método para escutar música. Escolha algumas músicas com sequencias de acordes simples, mas diferentes entre elas, segundo o campo harmônico. Por exemplo: Uma música com a sequencia C, F e G e outra com a sequencia C, G e F. Escute as músicas atentamente, prestando atenção na mudança de acordes. A sensação transmitida por uma sequencia é diferente da outra. A melodia “empurra” a harmonia para um determinado acorde. Faça isso com várias músicas. Compare, acompanhe ao violão.
- Transporte – Faça transportes de tonalidade. Uma vez que tenha entendido o campo harmônico, fica fácil fazer transporte de tonalidade. Faça o transporte você mesmo, e repare como as sequencias de acordes permanecem intactas, segundo o campo harmônico. Pratique bastante isso, para acostumar-se a trabalhar com tonalidades diferentes.
- Pratique – Escolha uma música fácil da qual não conhece os acordes e comece a praticar. Geralmente é difícil tentar sair tocando junto, portanto, faça o seguinte: aprenda a cantar a música (acompanhando a gravação, sem violão). Quando souber cantar a música sem esquecer a melodia, pegue o violão e tente identificar um acorde para começar o acompanhamento. Mesmo que não saia na tonalidade original, não há problema. Este primeiro acorde, na maioria dos casos, será a tonalidade da música. Ora, se esta é a tonalidade, basta seguir o campo harmônico e testar as sequencias. Por exemplo, você achou o acorde D (ré maior). Tente primeiro: D, G e A. Depois D, A, G. E assim por diante. Vá devagar, parte por parte da música. Tire primeiro o verso 1, só depois partindo para os demais.
- Que acorde vem agora – Um lembrete. Às vezes você fica embatucado, sem saber qual acorde deveria vir numa parte da música. Pare, escute direito e pense. Pode ser que não venha nenhum, que você tenha que permanecer no acorde em que estava! Acredite, acontece muito. O ouvido tem a sensação de que há uma mudança, mas não há.
Estas são algumas coisas que você deve fazer para aprender como tocar violão de ouvido. Os quatro primeiros itens são essenciais. Sem estes, os outros não valem quase nada.
Lembre-se (novamente) que as coisas não acontecem da noite para o dia. Se você estudar isto pelo menos quinze minutos por dia, três dias por semana, garanto que em três meses não terá mais dúvidas sobre como tocar violão… de ouvido. Você não vai colocar o Djavan “no chinelo”, mas vai adquirir mais personalidade para tocar violão.
Mudando de Tonalidade!
O transporte de tonalidade no violão
Transportar tonalidades no violão não é bicho-de-sete-cabeças. Uma vez conhecendo-se as regras, é pão comido.
A primeira coisa a se fazer, é não pensar nos acordes individualmente. Os acordes fazem parte de uma sequencia. Você vai transportar a sequencia toda. Transportando o acorde que dá nome à tonalidade da música, basta “levar” os outros junto com este, na mesma quantidade de semitons.
Utilizando a escala cromática para transportar tonalidade
É fácil de compreender o transporte através da escala cromática. Suponhamos que uma música tenha a seguinte sequencia: D, Bm, G, A, D, G, Em, A7, sendo D a tonalidade. Queremos transportá-la para G(sol maior).
Devemos então localizar D na escala cromática e depois G. Contamos a mesma quantidade de semitons “andados” para frente ou para trás, para cada um dos outros acordes.
Escala cromática (meio em meio tom)
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 |
| C | C# | D | D# | E | F | F# | G | G# | A | A# | B |
Em vermelho, D, a tonalidade original. Em verde, G, a nova tonalidade, que está 5 (cinco) semitons para frente (mais alto). O segundo acorde é Bm, que está na posição 12 nesta escala cromática. Como esta é a última nota da tabela, contamos cinco posições reiniciando, ou seja, a partir da posição 1 (um). Portanto o acorde Bm será Em. O terceiro acorde é G (oito). Cinco semitons adiante será igual a C (um). E assim por diante, contando sempre cinco semitons para a direita.
Lembre-se que tudo o que vem depois da cifra do acorde permanece. Exemplo: você achou E para transportar Bm. Basta adicionar “m” e você terá Em.
No braço do violão
Este mesmo procedimento é muito simples no braço do violão. As casas do braço seguem a escala cromática. Portanto, basta achar a nota original e “caminhar” as casas necessárias.
Continuando com o exemplo acima, D está na quinta corda, quinta casa. Cinco casas adiante, teremos G. B está na quinta corda, segunda casa. Cinco casas adiante = E.
Não se esqueça: tudo o que vem depois da cifra permanece ( m, 7 etc.).
A tabela abaixo ilustra melhor a mecânica da coisa. Mas não “vicie” em tabelas de transporte. Aprenda a transportar pela escala cromática e não se verá em apertos quando não houver uma tabela disponível.
Procure o exemplo acima nesta tabela. Na primeira coluna da esquerda, achamos a tonalidade D. O segundo acorde da sequencia é Bm. Seguindo à direita, achamos a nota B na sexta casa da tabela. Para transportar, Achamos a tonalidade G na primeira coluna e andamos para a direita, até a casa seis, onde encontraremos o nosso já muito falado E. Portanto o segundo acorde (de novo…) é Em.
Atenção: as escalas acima não são cromáticas e sim escalas de cada tonalidade.
Como você percebeu, não há nenhum mistério em transportar tonalidade. É pura matemática.
Transportando uma sequencia de acordes
Sequencias mais simples são bem fáceis de serem transportadas, partindo do princípio das posições dos acordes segundo a escala da tonalidade. Utilizando a mesma tabela acima, sabemos que o campo harmônico de cada tonalidade gera acordes conforme segue:
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |
| Maior | Menor | Menor | Maior | Maior | Menor | Diminuto |
Utilizando o mesmo exemplo dado anteriormente, repare que tudo bate novamente. O segundo acorde encontrado foi E, na sexta posição. Veja na tabela que a sexta posição precisa ser menor. Portanto (lá vamos nós…) = Em.
Finalizando, aqui está a nossa sequencia:
D, Bm, G, A, D, G, Em, A7
| D | Em | ? | G | A(A7) | Bm | ? |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |
| Maior | Menor | Menor | Maior | Maior | Menor | Diminuto |
Deduza você agora: Se tivéssemos mais dois acordes, na terceira e sétima posições, quais seriam? Ah, sim. Fica por sua conta fazer o restante do transporte… uma moleza, diga a verdade!
3 Acordes!
É claro que ninguém vai sair por aí se achando o “rei do violão” sabendo só três acordes. Mas serve para incentivo aos iniciantes e também como um quebra galho quando não se sabe uma determinada música.
Teoricamente, qualquer música que tenha três acordes pode ser tocada com estes acordes. Que aliás são A (lá maior), D (ré maior) e E (mi maior). Basta saber que a tonalidade aí no caso é A. No campo harmônico temos então A = 1, D = 4 e E = 5. Leia também o artigo sobre transporte de tonalidade.
Suponhamos que você encontre uma música com os seguintes acordes: C, F e G. A tonalidade aí é C. Para tocar com os nossos três amiguinhos, basta saber que C = 1, F = 4 e G = 5. Vamos dar um exemplo:
Música – Soy latino americano (Zé Rodrix)
Original
C F G F
Não acordo muito cedo
C F G F
Mas não fico preocupado
Com os novos acordes
A D E D
Não acordo muito cedo
A D E D
Mas não fico preocupado
Fácil, certo? Lembre-se sempre da sequencia 1, 4, 5. E leve em conta que nem sempre os acordes vêm nesta ordem. Você pode encontrar algo assim, por exemplo: G, D e C. Que seria 1, 5 e 4. Aí substituiria por: A, E e D.
Como você gosta de tudo mastigado, vou dar mais uma dica. Veja abaixo a equivalência dos acordes em cada tonalidade:
1 4 5
C F G
C# F# G#
D G A
D# G# A#
Nem precisa continuar, não é verdade? Basta seguir a escala cromática e você chega lá. Tá legal… aqui vai a escala cromática:
C C# D D# E F F# G G# A A# B
Portanto, aí está a maneira de transportar qualquer música de três acordes (maiores) para nossos três acordes essenciais.
Estudando Violão em Casa!

Esteja você frequentando uma escola ou aprendendo por sua conta a tocar violão, você precisa estudar em casa. Não há dúvidas quanto a isso. Duas ou três aulas de meia hora por semana jamais serão suficientes.
Se você tem um professor, ele deve ter feito recomendações para você estudar violão em sua casa, treinar os ensinamentos recebidos. Porém, se está estudando por sua conta ou as recomendações de seu professor não sejam suficientes, aqui vão algumas dicas.
Estudar violão em casa com disciplina
Em primeiro lugar, você precisa de disciplina. Em sua casa, não há ninguém vigiando, dizendo-lhe o que fazer, quando ou quanto tempo estudar. Portanto, você é quem manda.
- Estabeleça um horário para estudar. De preferência todos os dias. É melhor estudar um pouco por dia do que muitas horas em um ou dois dias.
- Não coloque o carro na frente dos bois. Procure assimilar corretamente cada etapa, antes de partir para a próxima. Exemplo: querer tocar a primeira música sem saber tocar sequer um ritmo.
- Procure compreender o que está fazendo. Acredite, quando comecei a estudar violão (de maneira errada) fiquei muito tempo “tocando” sem sequer saber como eram formados os acordes! Não faça isso!
- Ao aprender sua primeira música, coloque a gravação original para rodar e procure acompanhar com o violão. Isto vai ajudá-lo a assimilar o ritmo, o tempo e as mudanças de acorde. Não cante junto no começo, somente toque o violão.
- Não queira aprender milhares de músicas de uma só vez. Isto não é estudar violão. Mais uma vez, tente compreender cada canção, cada acorde, porque os acordes estão naquela determinada sequencia, porque você dá quatro batidas em um acorde e só duas no outro (isto é apenas um exemplo), e por aí afora. Entendendo todas as nuances de uma música, você – com certeza – estará aprendendo muito mais que uma música.
Teoria e prática ao estudar violão
Tenha em mente que estudar violão não é como estudar História por exemplo. Para estudar História você precisa apenas ler, reter informação.
A coisa é bem diferente no estudo de violão. Você precisa reter informações e aplicá-las na prática. Ou seja, passar para o instrumento a teoria aprendida. Nenhuma novidade até aí, certo?
A coisa é assim: um montão de teoria e pouca prática = problema. Um montão de prática e nada de teoria = desastre. Ou seja, é necessário que haja um equilíbrio entre teoria e prática. Vou citar um exemplo: eu mesmo. Não sei tudo de violão, mas o que sei na prática, sei também na teoria.
Você aprende dois acordes novos, por exemplo. Está lá no seu caderno ou livro a formação destes acordes. Você pega o violão, treina os acordes e pronto, certo? Errado. Faltou verificar – no braço do violão onde se encontram as notas para a formação daquele acorde! Aí sim, você está no caminho certo. Isto é estudar violão!
Estudar violão pela internet dá certo?
Depende somente de você. Nem tudo que aparece na internet é correto. Como em outras áreas, há zilhões de informações. Algumas servem, outras não. Por isso, não acredite em tudo que vê. Apareceu uma informação nova, procure confirmá-la antes de tomá-la por certa.
Acredite, eu já vi de tudo por aí. Equívocos, informações incompletas, instruções erradas, êrros grosseiros e outros nem tanto. Curiosos dando uma de sabichões e assim vai.
Vou citar um exemplo. Creio que todo aquele que começa a estudar violão, visita os sites de cifras. Aliás, nem só os que começam. Eu mesmo visito sites de cifras. Pra quê bater em porta aberta, certo? Está tudo ali mesmo, ao alcance do mouse!
Entretanto, é preciso cuidado. Algumas vezes há êrros nas cifras. Isto é perfeitamente compreensível. A pessoa que enviou a cifra pode ter errado na hora de escrever. Ou pode estar equivocado quanto a um determinado acorde. Portanto, vá em busca da cifra, mas confira a correção dos acordes (por vezes pode até faltar algum) conforme a gravação da música.
Muito cuidado também é necessário com teoria. Já vi pencas de teorias confusas ou completamente erradas. Não creio que seja de má fé. A pessoa “aprendeu” daquele jeito e está passando adiante. Confirme sempre.
Aí foram portanto algumas dicas para se estudar violão em casa. Espero haver contribuido pelo menos um pouquinho para que você alcance seu objetivo.
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